segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Vergonha e Culpa
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Heróis
segunda-feira, 20 de julho de 2026
O Fio
segunda-feira, 22 de junho de 2026
O Terceiro Elemento
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Sacrifícios hediondos à luz do dia
segunda-feira, 8 de junho de 2026
A Virtude do Desgraçado
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Banquete no Mangue
segunda-feira, 11 de maio de 2026
A taxonomia da lama
Falácias ignóbeis, dementes e cruéis
São as ordens e desordens do mundo.
Fazem e desfazem como menestréis,
Zombam e caçoam do moribundo.
Entre curas e pestes trafegam
Sem olhar ou mirar a fundo.
Pois se calam ou falam, observam
Degenera ou rebaixa mais o vagabundo.
E não ate ou desate os nós
da linha ou da vida do absurdo
do rio da nascente à sua foz
Daquele que é cego ou surdo,
Que vive no agora ou no após
Na cama ou na lama em que chafurdo.
Imagem gerada por IA (Gemini)
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Incômoda e traiçoeira
Por que falar se ninguém escuta?
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Vigilia de Memoria y Polvo
-
Hamlet (William Shakespeare): El fantasma sobre el taburete,
sosteniendo una calavera. Representa el teatro isabelino
(inglés/estadounidense). Esta es la imagen icónica de la literatura
universal que simboliza la mortalidad y la duda existencial;
-
Don Quijote (Miguel de Cervantes): La figura sobre el caballo
fantasmal (Rocinante) con la lanza. Aunque es una novela, la figura de
Don Quijote ha sido adaptada al teatro innumerables veces, incluyendo
musicales. Representa la tradición literaria española y la lucha por
los ideales;
-
La vida es sueño (Pedro Calderón de la Barca): El fragmento de
escena a la derecha que muestra a Segismundo en cadenas. Representa el
"Siglo de Oro" del teatro español. La obra explora la libertad, el
destino y la naturaleza de la realidad (si "la vida es sueño");
-
O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna): Las dos figuras
rústicas y pícaras que flotan más arriba en el centro. Representan el
teatro popular brasileño y portugués. Estos personajes son João Grilo
y Chicó, figuras arquetípicas que usan su ingenio para sobrevivir, muy
conocidos en Brasil y Portugal.
-
The Phantom of the Opera (Gaston Leroux / Andrew Lloyd Webber):
La figura con la máscara a la izquierda. Representa el teatro musical
moderno estadounidense/inglés (Broadway/West End). Es el fantasma por
excelencia del teatro, un alma atormentada que vive entre las sombras
del escenario;
- West Side Story (Musical - Varios autores, incluyendo Leonard Bernstein): La pareja de baile flotando sobre el taburete. Representa el musical moderno de Broadway (EE.UU.) y su gran impacto en audiencias colombianas e internacionales. Simboliza el amor, el conflicto y la juventud, elementos que el escenario "recuerda".
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Hoje eu só queria chorar
segunda-feira, 9 de março de 2026
Cadência
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
A chama perene (O Inventário das Sombras Vivas parte 2)
domingo, 4 de janeiro de 2026
Quisera conseguir dizer-te
escrito originalmente durante internação no Hospital Dia, 22/11/2022
domingo, 22 de janeiro de 2023
Carinho
Se você quiser conforto,
um carinho, um cheiro,
ou desviar de um bueiro,
venha para cá, venha ligeiro.
Originalmente escrita em 24 de novembro de 2022
quinta-feira, 18 de agosto de 2022
Mutantes
Somos mutantes livres, ou libertos
sempre nos transformando, evoluindo,
anormais sem comando, existindo,
numa loucura linda, descoberta.
Somos aqueles vívidos acólitos
portadores da luz, do caos, da sombra,
levamos nossa cruz como alfombra,
nosso carma da vida sem propósito.
Comemos, bebemos, nutrimos sonhos
inconstantes de débeis ilusões
vãs, que consumimos, em dias bisonhos.
Imaginamos tétricas ficções
onde vemos gnomos feios, risonhos,
correndo sem mistério entre nações.
Crédito da imagem: Cronenberg’s Heady Sci-Fi Film ‘Possessor’
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
Trajetos incertos
Crédito da foto: Kaique Rocha
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Ciclo
Vezes me sinto como entre o túmulo
Sombrio da noite densa, fundo, tétrico
E um nascedouro de bebês coléricos
em fome ávida de vida e rumo.
Nessa divina epifania viva
Sinto que sou como espada em forja,
Entre martelo e bigorna vívida,
resplandescendo com pancada forte.
Viver, nascer, morrer... Ultrajes réplicas
de correntezas somos! Vida, rápida e
vã, melancólica e traiçoeira réptil!
Porém, sua íntima amiga, morte,
tampouco atrai. Com artifícios débeis
sigo no ciclo desses dois consortes.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Erro Meu
Um dia pensei ser o amor luz e magia
E quis ter um só pra mim, sem compartir!
Sonhei eu, seria ele sem fim, sem algia,
Sem dor ou desterro, somente sentir.
Sonhando vivi uma vida fingida,
Com falsa alegria, e um falso existir.
E nessa história com zelo erigida,
Vivi em solidão em meio ao ressentir.
Em tempo larguei essa vida sofrida
Viajei, conheci, me entreguei a entender-me.
Ao invés de amar, busquei curar a ferida.
Andei, encontrei, deixei a vida vencer.
E sôfrego, vívido, só, à deriva
Achei o que queria: puro e simples bem querer.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Se...
Se a cabeça não doesse tanto
Se minha perna não fosse tão curta
Se não houvesse contido meu pranto
Se minha vista não fosse tão turva
Se eu houvesse saído do canto
Se ao mudar eu seguisse a curva
Se minha noite tivesse acalanto
Se eu não fosse aquele que surta
Se diferente pensasse em vida
Se eu pudesse fazer outra vez
Não deixaria minha alma detida
Libertaria do lobo de vez
E trataria deixá-la ungida
Sem a prisão de quiçá ou talvez





