Sou oriundo da vida,
da mudança, transformação.
Sou da carne pútrida
da fraqueza, solidão.
Sou um dentre poucos
dos dementes, o sábio.
Aquele que não é oco,
aquele com amor nos lábios.
Sou aquele que vai,
sou da luz a escuridão.
Da manhã, sou o véu que cai
E da noite, sou recordação.
Link para a conversa com Gemini sobre esse poema.
Link para o próximo poema da série:
escrito originalmente durante internação no Hospital Dia, 04/01/2023
Ilustração gerada por IA (Gemini)
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